Política de preços e régua de desconto que protegem a margem sem tirar a farmácia do jogo. Metodologia aplicada em mais de 10 mil lojas.
Na farmácia, a margem raramente se perde numa decisão grande. Ela se perde em centenas de decisões pequenas: o desconto que o balconista concede para fechar a venda, o item que ficou três anos com a mesma margem enquanto o custo subiu, a cesta de referência que o concorrente do outro lado da rua mudou e ninguém percebeu.
No fim do mês o resultado aparece menor sem que ninguém tenha errado — porque ninguém decidiu. O que faltou foi régua.
A Service Farma trabalha com gestão de preços no varejo farmacêutico há 30 anos. A metodologia já foi aplicada em mais de 10 mil lojas e mais de 150 empresas, de farmácias independentes a redes, associativismos e distribuidoras.
Comparar preço item a item com o concorrente diz pouco: ninguém é mais barato em tudo, nem precisa ser. O que medimos é a competitividade por cesta — os produtos que o cliente realmente usa para decidir se aquela farmácia é cara ou barata. Com o índice na mão, dá para ser agressivo onde o cliente olha e recuperar margem onde ele não olha.
Margem é resultado de composição, não um número único aplicado a tudo. O método margem/mix define margens por papel de categoria e por faixa de preço, de forma que o conjunto entregue o resultado planejado. É o que permite abrir mão de margem em um ponto com segurança, porque se sabe exatamente onde ela volta.
Nem todo produto reage igual a uma mudança de preço. Há item que perde venda com 2% de aumento e item que não se move com 10%. A análise de elasticidade separa esses grupos a partir do histórico da própria loja, e é o que evita os dois erros clássicos: dar desconto a quem compraria do mesmo jeito e subir o preço de quem some da gôndola.
Política de preço que vive em planilha não sobrevive ao dia a dia. Trabalhamos com um simulador próprio, em que a proposta de desconto é avaliada antes de virar preço na loja: o impacto na margem de contribuição, o efeito na cesta de competitividade e a posição frente ao preço de referência aparecem na hora. Quem decide continua sendo o gestor — mas decide vendo o número.
Na farmácia, tributo não é assunto de contador — é componente de preço. Boa parte da margem que aparece no relatório não existe, porque a conta foi feita sem separar o que é receita e o que é imposto embutido no item.
Hoje dois regimes convivem e mudam completamente essa conta: o monofásico de PIS/COFINS, que concentra a tributação na indústria, e a substituição tributária do ICMS. Um item monofásico e um item tributado normalmente podem ter a mesma margem na tela e margens reais bem diferentes. Aplicar o mesmo percentual aos dois é trabalhar com um número que não existe.
A reforma tributária extingue os dois regimes e os substitui pelo novo modelo de IBS e CBS, com tratamento próprio para medicamentos e uma faixa de itens sem tributação que é revista periodicamente. Não é ajuste de alíquota: é mudança na forma como o imposto chega ao preço. Na prática, a conta de margem de cada item do estoque será refeita.
É por isso que o enquadramento fiscal do produto entra na política de preços desde o diagnóstico, e não depois. A margem é lida líquida de tributo, o simulador permite comparar cenários antes de a regra valer para todos, e a régua fica parametrizada no sistema. Quem chega na virada com política parametrizada faz uma reparametrização. Quem chega com planilha refaz tudo.
Uma delimitação honesta: apuração, obrigações acessórias e enquadramento junto ao fisco são trabalho da contabilidade. O que fazemos aqui é a ponte que costuma ficar sem dono — traduzir a regra tributária em preço, margem e régua de desconto na loja.
Os projetos são organizados em etapas mensais, com carga presencial na loja e acompanhamento entre as visitas.
A formação de multiplicadores não é um detalhe do fim: é o que faz a política continuar de pé depois que o projeto termina.
Antes de mexer em qualquer preço, fixamos a linha de base. O acompanhamento olha sempre os mesmos indicadores:
A conversa deixa de ser sobre impressão e passa a ser sobre variação medida na mesma base.
A Service Farma tem acesso aos principais institutos do setor — IQVIA e Close-Up — usados para leitura de share, mapeamento de mix e identificação de oportunidades. O preço máximo ao consumidor de referência vem da ABCFarma.
Vale registrar o limite legal que orienta toda a política: o PMC é o teto de venda dos medicamentos sob controle da CMED. A gestão de preços trabalha dentro dele — decidindo onde aplicar desconto, de quanto e para qual perfil de produto —, nunca acima.
Farmácia independente que concorre com rede e precisa escolher onde vale brigar por preço.
Redes que precisam de política única com flexibilidade por praça.
Associativismo e franquias, onde a mesma régua precisa funcionar em lojas de realidades diferentes.
Distribuidoras que precisam de política comercial e leitura de rentabilidade por cliente.
Os primeiros efeitos costumam aparecer já no ciclo seguinte à reprecificação, porque parte do ganho vem de corrigir desconto e não de aumentar venda. O resultado estrutural — margem sustentada mês a mês — depende de a política estar parametrizada no sistema e absorvida pela equipe.
Não. O trabalho é feito sobre o sistema que a farmácia já usa, e a parametrização se adapta ao que ele permite. Quando existe limitação relevante, ela entra no diagnóstico como ponto de atenção, não como condição para começar.
Sim. O método muda de escala, não de natureza. Em operação de uma loja o ganho costuma vir mais rápido, porque a decisão e a execução estão na mesma mão.
É o risco mais comum, e por isso treinamento e parametrização andam juntos. Limite configurado no sistema resolve a parte mecânica; entender por que o limite existe resolve o resto.
Preencha o formulário e fale com nosso time.
(11) 97333-5688 | comercial@servicefarma.far.br
Alameda Grajaú, 60 | Conjunto 1118 Alphaville Industrial
Barueri/SP | CEP: 06454-050
CNPJ 01.139.653/0001-19
Service Farma – Todos os direitos reservados!